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segunda-feira, 9 de julho de 2012

MATÉRIA SOBRE A HOTELARIA NO RIO DE JANEIRO:

O Rio de Janeiro e a Hotelaria Nacional Manchete da matéria no Jornal do Comercio: “Maioria dos estrangeiros que participaram da Rio+20 quer voltar ao Brasil.” 
O Rio, porque o Rio, sim eles dizem ter a melhor Hotelaria do Brasil, pessoalmente sei que a Rede Nacional que apresenta os Melhores serviços de Hotelaria não está no Rio, e em que pese a opinião de alguns colegas que o mercado tem que se aproveitar de seus picos eu não concordo com isso, pelo menos não como o Rio fez, é contraproducente, o hoteleiro assim como qualquer empresário consciente sabe quanto quer ganhar, não vejo problema nenhum em eventualmente usar algumas oportunidades, mas considero uma vergonha o que aconteceu com a hotelaria e serviços no Rio quando da Rio+20, uma garrafa de água R$.5,00 segundo a pesquisa referida pela reportagem. 
Acha isso normal, demagogo, acha normal porque não foi você que pagou se fosse não acharia. Então vamos respeitar a isonomia. O Rio de Janeiro claramente tem espaço para mais hotéis, mas o que aquele mercado realmente precisa é de Hoteleiros Profissionais de Verdade eu sei que são poucos, raros e não estão disponíveis, que saibam para onde estão levando seus empreendimentos, e não de oportunistas de plantão que isso já lá há de sobra. O Brasil tem menos de 10% dos turistas estrangeiros anuais, do que os Países como a França, bem, tem menos de 10 % de Hoteleiros de verdade que a França, mas o que leva a estes números, são principalmente o despreparo do empresário Brasileiro nomeadamente o Carioca como acabamos de ver. 
Nitidamente o Rio de Janeiro durante a Rio+20 explorou o TURISTA e não o Turismo, e ninguém é trouxa e está disposto a ser explorado novamente, logo procura outras paragens, onde tal como deve ser, se explore o TURISMO e não o Turista. Há uma Necessidade urgentíssima de reduzir carga tributária, há, mas isso não vai acontecer vem a conta gotas como paliativo e o que se dá de um lado se tira do outro, o que o BRASIL precisa, e todo o Brasil não só o Rio e nem só a Hotelaria é uma reforma Fiscal e tributária decente real e tangível, nada do que tem sido anunciado se sustenta.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Administração ou....

Administrar é administrar e ou você é competente sabe o que está fazendo e faz, ou você é um eterno amador e dá nisto: Vou colar aqui uma reportagem da revista isto é dinheiro nr.658 de Maio de 2010, mas vou fazer isso principalmente para comentá-la como eu gosto nas entrelinhas e em VERMELHO.

Decolagem abortada

Depois de um ano operando com voos fretados para empresas e times de futebol, a BRA é forçada a aterrissar. Será o fim da companhia?

Por Rosenildo Gomes Ferreira
A trajetória da BRA Transportes Aéreos tem sido marcada por altos e baixos desde a sua fundação, em 1999. De pequena companhia aérea destinada a fazer voos charter para a operadora de turismo PNX Travel, ela atingiu seu apogeu, em 2006, quando, já como uma empresa de voos regulares, faturou R$ 340 milhões cobrindo 30 destinos em todo o Brasil. Seria de supor que se lhes foi permitido crescer, deveriam ter-se alicerçado para isso mas pelo que vemos a seguir foi mais um castelo de areia em fundação de espécie nenhuma.
Sua queda, entretanto, veio com força total, em 2007, junto com dívidas que atingiam R$ 230 milhões. Com isso, suspendeu as operações, devolveu as 11 aeronaves e deixou 70 mil passageiros na mão. (E quem vai cuidar para que estas pessoas de boa fé ejam ressarcidas?) Mesmo com um passivo desse porte nas costas, a empresa tentou voltar, em abril de 2009, ao retomar os voos charter depois de um longo processo de renegociação com os credores. Até aqui todos nós caímos e isso é fácil o difícil é reerguer-se e pelos vistos eles iam conseguir, não fossem as abençoadas desculpas o Hino dos Incompetentes.
Mas, em janeiro, fez um pouso que parece ser definitivo, pois devolveu para a Gol a única aeronave de sua frota, um Boeing 737-300. Começam os atestados de INCOMPETÊNCIA EXPLICITA que deu errado nessa nova tentativa de decolagem? “Nosso crescimento está sendo prejudicado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que nos impede de vender pacotes com mais de três meses de antecedência”, queixa-se Walter Folegatti, diretor de operações da BRA e irmão do fundador, Humberto Folegatti. (Nunca vão ver nenhum fracassado ou mesmo medíocre assumir seus erros até porque para eles rastejar é comum e não há nenhum mal nisso desde que se encontre um culpado, havendo culpado está tudo certo)
Trata-se, segundo o empresário, de um período muito curto em um setor cujo planejamento tem de ser feito pelo menos no médio prazo. Juliano de Alcântara Norman, superintendente da Anac, rebate. Ele diz que a medida se deve ao fato de a BRA não ter apresentado um plano para ressarcir três mil passageiros que compraram bilhetes em 2007, mas que até hoje não fizeram a viagem nem receberam o dinheiro de volta. “Não podemos agir como se nada tivesse acontecido”, justifica Norman.(Eu sou um fervoroso "malhador" de todas estas agências oficiais, elas são cabides de empregos podres caros e inoperantes, mas desta vez VAMOS SER JUTOS, ACHO QUE A VERDADE SEMPRE PRIMEIRO - A ANAC na pessoa do Senhor Norman está muitíssimo certa, já que os ADMINISTRADORZECOS da CIA não tiveram a dignidade de ressarcir a apropriação indébita que fizeram, como eles serim dignos de qualquer tipo de crédito? Não podemos ter no meio do turismo Nacional, pessoas sem o menor respeito e nem dignide pelos usuários dos meios turístico, a pessoa compra a passagem e na ora de embarque viu que tem na mão um rolo de papel higiênico sujo... Mais ainda onde estão os advogados dos lesados que não bloquearam os bens das empresas e dos sócios e administradores da empresa que lesou Milhares de pessoa? Pelo menos o Sr. Humberto, em nome da ANAC protegeu futuras fraudes que muito provavelmente viriam.)
A BRA já viveu a situação dos sonhos de qualquer companhia. Em 2007, antes do colapso, a empresa recebeu uma injeção de US$ 120 milhões de um grupo de fundos, capitaneado pelo Gávea Investimentos, de Armínio Fraga. A lentidão em profissionalizar o comando da BRA e as constantes brigas entre os investidores e Humberto Folegatti, que à época presidia a companhia e hoje se afastou do negócio, fizeram com que a empresa ficasse sem fontes de financiamento.( Bem quem sabe agora com o Mr. INCOMPETÊNCIA fora da rota as coisas não possam se compôr)
A saída foi recorrer à recuperação judicial. Mesmo trocando farpas com a Anac, Walter Folegatti aposta em um plano para convencer o órgão regulador de que pode voar. Para o empresário, a BRA ainda possui muitos pontos positivos. Desde que retomou as operações, a companhia apostou em contratos com empresas, agências de turismo e times de futebol.(Importa muito pouco no que a Companhia apostou, é muito mais importante saber quem vai gerir isso os Folegatti podem até ter parte mas sem voz ativa foi mais que comprovada a sua INCOMPETÊNCIA EM TAL GESTÃO)
Grêmio, Cruzeiro, Palmeiras e Corinthians foram algumas das equipes que voaram nas asas da BRA. Com isso, ela conseguiu fechar o ano com uma tímida receita de R$ 4 milhões – quase nada para quem pretendia dominar a aviação comercial brasileira. Para arcar com as dívidas trabalhistas, a BRA também tem se virado do jeito que pode.(Coitadinhos.... ISSO BRADA AOS CÉUS....SIM COLOQUE-SE A COMPANHIA A FUNCIONAR MAS PELA MÃO DE PROFISIONAIS, DIGNOS CAPAZES E COMPROMETIDOS).

Recentemente, Walter Folegatti levantou US$ 4,5 milhões com a venda da opção de compra de 20 aeronaves da Embraer. Os recursos foram usados para quitar as dívidas trabalhistas e compor o capital de giro. “A BRA voltou a investir no que sabe fazer melhor: fretamentos e os voos charter”, explica Walter Folegatti. Apenas isso, porém, não deve ser o bastante.
É que, além das restrições da Anac, o mercado mudou radicalmente nos últimos dois anos. A CVC, por exemplo, ampliou seus domínios ao assumir o controle da Webjet. “O setor aéreo é muito dinâmico.( O Setor aéreo é ótimo ou você é bom e está atualizado e se profissionalizando ou a concorrência te expurga, não há lugar para patos nem para curiosos, aqui, brincar de faz de conta é morrer.) Quem sai da fila perde o lugar”, argumenta o consultor Paulo Sampaio, especialista em aviação. “A única companhia que conseguiu voltar depois de um pouso forçado foi a Passaredo”, completa.
A marca BRA também não ajuda. Depois de deixar milhares de pessoas com as mãos abanando, ficou muito manchada no mercado. “A imagem, de fato, foi arranhada”, diz Augusto Nascimento, sócio da consultoria de marketing BBN Brasil. O controlador da BRA, como era de se esperar, discorda. Segundo ele, a empresa é viável e ainda possui uma imagem positiva no mercado. (Só se for no mercado da vigarisse, será que esses senhores não perceberam ainda duas coisas DEVEM PARA PESSOAS DE BEM, E SIM TEEM CULPA e este é o caminho mais curto para se levantarem, é assumindo a verdade VOSSA CULPA. em vez de ficar procurando culpados vão para a frente do espelho. Será que são capazes>)
Para retomar as operações, ele pretende convencer os credores, basicamente bancos, a transformar a dívida em participação acionária. “Eles aceitaram reduzir o passivo em 70% e essa pode ser uma saída interessante”, diz Walter Folegatti. Com a dívida zerada, ele pretende abrir caminho para captar novos recursos no mercado. Outra tarefa que não parece ser muito fácil. A última investida da BRA nessa seara terminou mal para os investidores. Procurado pela reportagem de DINHEIRO, Fraga não quis fazer nenhum comentário sobre a ainda sócia BRA. (Normalmente, aquele que é realmente grande não fala de morto, e nem arranja desculpas esfarrapadas para suas atitudes).

terça-feira, 24 de abril de 2012

DIA INTERNACIONAL DO AGENTE DE VIAGEM.


Como hoteleiro não só aprovo como acho positivo, além de ser uma profissão gratificante, pois por força dela vc deve conhecer o que está vendendo e isso por si só proporciona viagens muito interessantes, conhecimentos de lugares e culturas, enfim toda uma gama de novidades que muitos de nós gostaríamos de ter acesso. Vocês meus Amigos e conhecidos Agentes de Viagem merecem sim, muito mais que um dia, mas o nosso carinho respeito e atenção, e lembrem-se quem vos fala não é um dono de hotel e sim um Hoteleiro.
Reparem os desavisados, o Agente de Viagens, nosso homenageado de hoje, é, grosso modo, o mais barato e eficiente de nossos colaboradores, ele conhece os lugares, vende, nos envia o Senhor Hospede, e só depois é comissionado por isso. Desde já a minha admiração e respeito pelo AGENTE DE VIAGEM, e o meu cumprimento para a minha estimada colaboradora a Srta. Paula Cambotta que me lembrou a data.

Aproveitando a oportunidade, temos na outra ponta o Operador, que pelo seu tamanho está mais expandido e monta seus “pacotes” que repassa ao agente para vender. 
Este Operador, tal como o agente recebe comissão, ou seja, é ainda um colaborador barato, ou devia ser.
Quem se lembra do tempo em que o operador de viagem recebia 15% de comissão e repassava dez ao agente? Belos tempos, porque isso hoje mudou e a rigor não há nenhum motivo para isso a não ser a escassez deles no mercado, o que deixa os que ficaram mais ambiciosos, tenho notícia de Operadoras cobrando até 28% de comissão, é claro que não concordo com isso a não ser, para em casos de Administradores hoteleiros como eu, e ensino e fomento a prática em meus cursos de Revenue Management que tiram dessa digamos “violência” as vantagens necessárias para que esses Senhores que usam práticas por mim condenáveis, contribuírem para o aumento da nossa diária média, nos modernismos atuais aumenta também da “RevPAR, índice principal para o investidor”.

Embora eu tenha aproveitado a publicação. Deixem-me colocar: SOU GRATO A TODOS OS AGENTES DE VIAGEM desde que suas práticas estejam dentro de parâmetros em que todos possam ganhar. Aos Bons Agentes, os meus mais sinceros PARABÉNS PELO VOSSO DIA. 

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Os Novos empreendimentos Copa e Olimpíadas.

Por: Rui Ventura
Há uma preocupação, não totalmente descabida sobre os Empreendimentos Hoteleiros em construção visando aos eventos acima, vamos aqui deixar que cada um dos pontos preocupantes tenha apenas o seu valor real:

Ocupação:
Na reportagem a menor taxa de ocupação de que se fala é de 57% anual o que embora não se trate de uma taxa que poderia ser chamada de ideal, ela não é de forma alguma preocupante, posto que falamos de um tipo de empreendimento que quando esta taxa está entre 29,7 e 32,3% o ponto de equilíbrio está atingido: (ou seja, seu empreendimento está se pagando). Quando isto não for uma realidade, há com certeza uma alta deficiência administrativa e seria bom que um especialista fosse consultado para orientar. - Afinal:

Não há hotel que não dê lucro, há hotéis mal administrados.

Por outro lado seria bom os hoteleiros e principalmente hospedeiros Nacionais, começassem a pensar realmente como HOTELEIROS. A grosso modo o que eu quero dizer é: ofereça para o seu cliente a cama e um bom apartamento com um ótimo banheiro com a finalidade de mantê-lo o mais tempo possível usando os serviços que seu empreendimento oferece. Seja um HOTELEIRO maximize assim suas receitas, mas principalmente o seu lucro.

Estamos em épocas de evolução, o empresário precisa aprender e criar mecanismos que o mantenham na concorrência e de preferência sempre um passo à frente dos concorrentes, e uma forma de gerar isto pode ter apenas dois nomes, SERVIÇOS e ATENDIMENTO.

Há ainda formas com algumas vantagens de reduzir drasticamente pelo menos um dos itens mais caros da operação do hotel, A Folha de Pagamento, sem redução de mão-de-obra e com especialização e otimização da mesma.

Divulgação:

Diz um dos entrevistados, o presidente da ABIH do Amazonas, Roberto Bulbo: "Haverá uma concorrência ainda mais acirrada e teremos que trabalhar juntos com as Secretarias de Turismos para divulgarmos e vendermos melhor o destino Manaus”. É muito comum vermos o empresário Brasileiro se queixando, principalmente os da Hotelaria e Turismo, umas vezes por incompetência, outras por conveniência, e muitas delas para se queixar de que o Governo..., temos conhecimento de que, do Governo nada vem com que se possa contar os cargos que deveriam ser ocupados por profissionais tecnicamente capacitados, são ocupados por conveniência, então nos deparamos com as situações que aí estão e afetam sim o mercado de Turismo por tabela a Hotelaria, há falta de toda e qualquer infra-estrutura que seria de responsabilidade Governamental. Mas isso é uma constante Brasileira há pelo menos 18 Anos, vem piorando e não devia ser novidade já que assim continua e claro que a tendência natural é se agravar.

Eu defendo que está mais que na hora de o Empresário se assumir como tal, e resolver problemas que, sã seus, o fato serem criados por terceiros, refletem diretamente no seu empreendimento. Há formas normais eficientes e economicamente viáveis de suprir algumas das inoperâncias dos governos e seus organismos, o tocante a divulgar e trazer circulação de Turistas para qualquer região deste magnífico Brasil. Então que tal tomar uma atitude em vez de apenas continuar se lamentando?

O Desequilíbrio:

Segundo um estudo da Hotel Investe em parceria com o SENAC São Paulo, "Com a entrada em operação destes novos empreendimentos o desequilíbrio já fica estabelecido, cabendo agora cobrar das autoridades as obras de infra-estrutura, principalmente mobilidade urbana, que não saíram do papel e uma maior divulgação do destino da iniciativa privada aliada a gestão publica”, destaca José Manoel Garrido Cambeses Filho, Presidente da ABIH/BA. Mesmo com esta situação, ele se diz otimista."
Quanto à divulgação do destino, eu já comentei acima, quanto às obras de mobilidade infelizmente precisamos nos organizar em associações de classe e pressionar os respectivos governos para que façam o que tem que ser feito e para o que os nossos governantes são pagos.

Agora o desequilíbrio como todo o desafio só trás benefícios, é sabido vem sendo comentado em fóruns em redes sociais de executivos e colaboradores da hotelaria e não só de hotelaria, que o serviço e o atendimento vêm caindo proporcionalmente ao aumento da necessidade de mão-de-obra qualificada, bem vão ficar em atuação com características reais de Hotel, o HOTELEIRO que tiver essa noção e realmente se especialize. Como a grande maioria dos empresários do ramo entra para a Hotelaria porque as pesquisas mostram que é uma indústria que vale a pena, então esses Senhores precisam começar a ter mais cuidado com quem escolhem para GERENCIAR de fato seus empreendimentos, eu vou mais longe ainda, cuidado com os "ESPECIALISTAS" de RH que de Hotelaria nada sabem e dizem poder escolher ou selecionar o "Melhor perfil" melhor perfil para que? Sabem quantos “gerentes gerais” de hotéis de redes importantes já me procuraram para aprender a toque da caixa a fazer o básico com o Excel e ler as planilhas que a matriz envia? Acreditem é rotina. A maior vergonha é chamar esses colaboradores de Gerentes gerais, mas a culpa não é deles, eles apenas enganaram os RH e todos os outros entrevistadores, OS ESPECIALISTAS rsrsrs. E só assim conseguiram uma boa colocação no mercado.

Pois com o aumento de oferta a Hotelaria vai ficar cada vez menos lucrativa para os amadores, que é hoje a classe reinante no meio.

Quanto à Lei da oferta e da procura de que tratam os artigos; Mantenha seu Hotel administrado por um BOM GERENTE GERAL DE FATO e acredite nunca nenhum negócio foi tão rentável quanto um Hotel fechando com 58% e ocupação anual, a menos que o do vizinho esteja igualmente bem administrado e feche com 70%. Li recentemente uma história de um Hotel em SP que tem uma taxa média de 80% e os resultados não são satisfatórios. Eu resolvo isso em seis meses.

Mas acreditem, é inevitável que com a onda da copa e olimpíadas, nasçam novos empreendimentos, acreditem 90% deles estarão reclamando dos resultados 60 dias após a copa, mas a culpa é da falta de profissionalismo. E não do mercado em si, é preciso difundir e conscientizar o Empresário de que Turismo é uma indústria, hotelaria está inserida nela, e como qualquer indústria, é esta que tem que ser explorada, e não o Turista, pois este só é explorado uma vez, e vai embora.

Há SOLUÇÃO; Os Bons Gestores não são suficientes para os empreendimentos que estão no mercado hoje, (afinal os resultados falam por si) não se forma um bom Gerente Geral de Hotel numa faculdade nem em quatro anos. Nada contra as faculdades nem ao que elas fazem, aliás, adoro colaboradores formados eles aprendem muito mais rápido e contestam fazendo às vezes grandes profissionais pensarem. Mas há profissionais capazes de treinar e formar equipes que façam seu hotel fazer a diferença. Só que eu nunca vi nenhum desses profissionais, andar com "varinha de condão" a gente vai treina, mas precisa voltar, faz-se necessária a consultoria isto tem várias vantagens para o empresário, já que a finalidade é formar equipes boas, coesas e comprometidas, no meio destas pessoas, sempre aparece alguém que começa a destacar-se. Vamos ajudar esses a se posicionar e assumir tudo o que eles puderem, treiná-los para liderar. O Bom e competente executivo tem a seu lado sempre um ou mais elementos que, possam substituí-lo em caso de necessidade. Isso é coisa de profissional competente. Nós não somos e não devemos ser insubstituíveis.

Este mesmo trabalho pode e deve ser feito com gerentes. Certa feita em Florianópolis fui contratado para ir ensinar um gerente de Hotel o que era ser um gerente de hotel, fiquei seis meses dentro do hotel gerenciando para o responsável aprender principalmente o porquê as coisas eram assim, mas valeu a pena, esse rapaz, hoje gerencia um dos maiores hotéis do País com sucesso. Repito, adoro os recém formados, principalmente os que sabem que faculdade lhes abriu a cabeça para aprender, este era bacharel em Direito, exercia mas gostava de Hotel e até hoje faz as duas coisas. Eles aprendem fácil e normalmente quando auxiliados a tempo se tornam ótimos profissionais.

Bem, nunca ninguém conseguiu mudar nada, sem que primeiro mudasse a si mesmo, quando vc repete as coisas que vem fazendo, cinco anos depois vc tem o dobro dos resultados que tinha cinco anos antes, mas só isso. Mude você para que as coisas mudem, para Si.

Sinta e saiba que precisa MUDAR e deixe que alguém o ajude a fazer isso. Já pensaram qul é o Motivo que leva as maiores redes Hoteleiras do Mundo a rodar os Gerentes a cada dois anos no máximo? Pensei, depois eu conto.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

FBHA cobra o fortalecimento do turismo no Senado


O presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio, participou de reunião da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado na quinta-feira, 4 de agosto, em Brasília. Sampaio relatou ao presidente da comissão, senador Benedito de Lyra (PP-AL), que a FBHA e outras três entidades do turismo – ABIH, Fohb e Brasil Resorts – entregaram ao ministro Pedro Novais carta sugerindo ações para aumentar a competitividade e a eficiência do setor.
Entre as medidas apontadas estão a revisão de aspectos trabalhistas, uma necessidade do empresariado brasileiro em diversos setores; a revisão da carga tributária para o trade turístico; a oferta de mais linhas de financiamento; a dissolução dos gargalos de infraestrutura, como aeroportos, portos e mobilidade urbana; e, especialmente, a flexibilização de regras para obtenção de vistos pelos estrangeiros.
“O custo operacional no Brasil é muito alto e é fundamental que o governo faça esforços, com a contribuição do Congresso Nacional, para fortalecer o setor e torná-lo mais eficiente”, afirmou Sampaio. O presidente da FBHA ressaltou também o papel fundamento da gastronomia para o turismo e a necessidade de regulamentação das gorjetas.
Sampaio cobrou, ainda, investimentos em pesquisa e estatística para que se obtenha um retrato fiel do turismo no país. “Hoje não há dados exatos sobre a capacidade instalada do setor. É necessário um mapeamento para definir áreas prioritárias e a destinação de investimentos”, frisou.
Alinhado ao discurso, o presidente da Confederação Brasileira de Convention and Visitors Bureaux, João Luiz Moreira, lamenta que o Brasil apresente problemas de infraestrutura nas mais variadas esferas.  “Precisamos aproveitar o momento de desoneração fiscal aprovado pelo governo para atacar esses gargalos”, destaca, criticando a taxa de embarque internacional.
Benedito de Lyra afirmou que aproveitará as demandas para construir uma agenda positiva que fortaleça o turismo. Também estiveram presentes à reunião, e engrossaram o coro por mudanças e incentivos, o diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos, Flávio Peruzzi; o diretor de Relações Parlamentares da Associação Brasileira de Agências de Viagens, João Quirino Jr.; e o Assessor da Presidência da Embratur, José Luiz Viana da Cunha.
As contribuições das entidades presentes na reunião serão consolidadas pela Assessoria de Turismo e Hospitalidade (Astur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e encaminhadas à comissão pela Câmara Empresarial do Turismo (CET) da CNC.
Fonte:http://goo.gl/r4Yrs

Segundo TECNOTURIS – TECNOLOGIA APLICADA AO TURISMO será em setembro

Tendo como objetivo principal explicar de forma prática como a tecnologia pode ser usada a favor do trade turístico, a segunda edição do evento Tecnoturis – Tecnologia Aplicada ao Turismo será realizado nos dias 5 e 6 de setembro, no Hotel Tivoli São Paulo - Mofarrej, na capital paulista.
Palestrantes com grande expertise nos mercados de Turismo e Tecnologia abordarão temas de grande destaque no presente momento, de forma prática e eficiente para que os profissionais do setor tirem o máximo de proveito ao aplicar tais conhecimentos em suas atividades diárias.

Tecnoturis – Tecnologia Aplicada ao Turismo é uma realização do Brasilturis Jornal.


Fonte: http://goo.gl/iHSCm


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

3º Salão Estadual de Turismo acontece no RJ em Outubro

Notícia publicada quinta-feira, 4 de agosto de 2011 - 13h22

                                     Uma das mais tradicionais paisagens do Rio de Janeiro: 
vista para o Pão de Açúcar(foto: arquivo HN)

O secretário de estado de Turismo Ronald Ázaro anunciou nesta quarta-feira (03) que o 3º Salão Estadual de Turismo será realizado nos dias 22 e 23 de outubro, nas areias de Copacabana, em frente à Avenida Princesa Isabel. O anúncio foi feito durante a reunião que teve, no seu gabinete, com o secretário de estado de Agricultura e Pecuária, Christino Áureo. Neste encontro, as secretarias fecharam um acordo para movimentar ainda mais o turismo rural no estado. 

O
 Salão Estadual de Turismo neste ano seria realizado em Teresópolis, região serrana fluminense, mas como o município vem atravessando problemas administrativos foi necessária a alteração do local da sede do evento. Segundo Ronald Ázaro, o trade achou por bem realizar o evento no município do Rio. "Será um grande evento, com uma tenda de 4 mil m2 nas areias de Copacabana com a participação dos 92 municípios fluminenses. Teremos um espaço destinado às cidades que compõem a Região Serrana para que os municípios que foram castigados pelas fortes chuvas no início do ano possam mostrar que os seus equipamentos turísticos estão recuperados e que Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo estão prontas para receber os visitantes. Será disponibilizada também, para a secretaria de Agricultura e Pecuária uma área de 100 m2para que possam ser mostrados e comercializados os produtos rurais", afirma. 

Ronald Ázaro acrescentou que o salão será realizado no dia seguinte ao do encerramento da
 ABAV 2011 - Feira das Américas, que acontecerá no Riocentro nos dias 19, 20 e 21 de outubro, aproveitando a presença na cidade de agentes de viagens e jornalistas de outros estados e países. Outra novidade apresentada pelo secretário de turismo foi a informação de que pela primeira vez o evento será aberto ao público. 

Quanto ao turismo rural ficou acertada a criação de um projeto piloto que vai contemplar as regiões noroeste e centro norte do estado, que historicamente sofrem um processo de esvaziamento econômico e populacional. "Acredito que através de um trabalho em parceria com a secretaria de Agricultura e Pecuária poderemos desenvolver turisticamente e economicamente as cidades localizadas nessas regiões. Será um trabalho complexo que incluirá a criação de circuitos de turismo rural, qualificação de mão de obra e folhetaria específica para essa atividade", finaliza.
 

Já Christino Áureo destacou a importância da união das secretarias de estado de Turismo e Agricultura e Pecuária e do trabalho que será desenvolvido. "Olhar para o interior do estado sempre foi a nossa maior demanda. A capital já tem suas definições. Salta aos nossos olhos as carências de muitas cidades do interior. Acredito que o trabalho será bastante produtivo", diz.
 

Participaram da reunião pela TurisRio, empresa vinculada à Setur, o vice-presidente Maurício Lobo, a diretora de Planejamento e Projetos, Valéria Lima e a assessora da diretoria de Marketing, Vera Lucia Souza. Pela secretaria de Agricultura e Pecuária estiveram presentes o presidente da Emater, Justino Antonio da Silva, a chefe de gabinete, Deisy Oliveira e Jairo Gomes, gerente do projeto Prosperar.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Tríplice fronteira vive boom de hotéis de luxo



Nos últimos quatro anos, investimentos para atender os turistas premium já passam de R$ 300 milhões na região

Publicado em 26/06/2011 | FABIULA WURMEISTER, DA SUCURSAL DE FOZ DO IGUAÇU



Hotéis de luxo, restaurantes de alta gastronomia e lojas de artigos exclusivos têm assegurado à tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina um novo status. O maior shopping a céu aberto da América Latina – título pelo qual a região ficou conhecida no mundo nas décadas de 1980 e 1990 – começa a ser desbravado pelos empreendimentos de primeira linha, que têm se adaptado e oferecido cada vez mais opções aos chamados “turistas premium”. Nos últimos quatro anos, os investimentos ultrapassam os R$ 300 milhões.
A hotelaria tem sido o principal alvo dos investidores. Empreendimentos de cinco e seis estrelas estão entre as inaugurações e projetos para os próximos três anos. Na lista figuram bandeiras como Orient Express, Slaviero, Bourbon e Holiday Inn. HOTÉIS FOZ
Nosso Grifo
É com toda a certeza há muito um mercado que ainda não está explorado no Brasil e que é bom e rentável na maioria dos países do mundo, o que os empresários não parece estarem interessados em perceber, é que este mesmo Brasil que comporta tais investimentos e mais ainda, não tem mão de obra qualificada para atender o cliente que viabiliza tais empreendimentos, o que, em curto espaço de tempo os torna obsoletos, o que realmente é lastimável.
Isso leva a administração de Hotéis e turismo nacional a trabalharem por "promissórias" e oportunidades o que invariavelmente acaba no erro de sempre, no lugar de se explorar a bela e rentável industria do TURISMO passa-se a explorar o Turista o que é lamentável.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Ótima Notícia


Turismo de Aventura atrai visitantes de todo mundo para Roraima Jornal d Turismo:

Sex, 13 de Maio de 2011 11:57

Não deixe de ler o artigo na integra.


Agora é só esperar os resultados dos feitos impessados ou incompetentes dos empresários de Turismo na região.


Vai acontecer:


*Aumentos de preços, às raias do absurdo.
*Falta de mão de Obra qualificada
*Deterioração dos Serviços.
*Sucateamento das estruturas existente
Isto para não me alongar....


O Que deveria ser feito desde já:


*Treinar o pessoal existente para uma melhora gradativa dos serviços.
*Formar mão-de-obra de gestão para comportar a demanda.
*Construir mais UH (unidades habitacionais) com o padrão adequado à procura.
*Providenciar  mais unidades de refeições Lanchonetes, Refeitórios, Restaurantes, Fast Foods e outros  para as várias categorias de Turista.
*Cuidar das estradas de acesso e trilhas, sem que se interfira na sua originalidade.
*Treinar pessoas locais para mostrar os pontos turísticos interessantes.
Em qualquer caso o aumento de preços é demonstração de Incapacidade, não se explora o Turista, o que se explora é o TURISMO.
É principalmente este o conceito que falta ao "dito empresário" de turismo no Brasil